quarta-feira, 18 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
CULTURA aluizio guedes
Cultura
Publicada em 18/12/2011 às 09h24
Aluizio Guedes é destaque com "Raízes eTradições"
de boa qualidade e com uma produção e apresentação irretocável do radialista,
professor, folclorista, agitador cultural Aloisio Guedes. Militando na imprensa
rondoniense desde o início dos anos 60, Aloísio consegue levar aos seus
milhares de ouvintes as reminiscências musicais de um período fértil dos meios
artísticos brasileiro. Executando músicas das décadas de 60,70,80 e 90, Aluizio Guedes
faz presente um passado que até bem pouco tempo habitava em cada um dos seus
ouvintes que hoje tem mais de 45 anos. Sempre aos domingos, o Programa Raízes e
Tradições resgata antigas canções da Música Popular Brasileira e,
principalmente, da época de ouro da juventude dos anos 60. O movimento musical
liderado por Roberto e Erasmo Carlos, Wanderléa com o famoso Yê Yê Yê, e a Tropicália
de Gilberto Gil, Caetano, Gal e Bethânia são revividos na apresentação do
renomado apresentador Aluizio Guedes. Músicas internacionais dos Beatles,
Rolling Stones, The Monkeys, The Who, Elton John e tantos outros conjuntos e
artistas são rememoradas de forma saudosita por uma produção musical de alto
nível e que é executada na Rádio Rio Madeira. Considerado um dos grande
agitadores cultural de Porto Velho, Aloísio Guedes tem no boi-bumbá Diamante
Negro a sua mais bela expressão de manifestação cultural por ele comandada. São
dezenas de jovens que participam do premiado boi-bumbá Diamante Negro, com
destaques para apresentações anual no Arraial "Flor do Maracujá", que
garante a tradição e levanta a galera por onde se apresenta. Portanto, neste
domingo, sintoniza a Rádio Rio Madeira, nesta manhã e desfruta de uma
excelente produção musical comandada por Aluízio Guedes.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Festejando com muito vigor e crescimento.
O município de Porto Velho completou 97 anos.
ARTE E MUITA MÚSICA PARA O PÚBLICO
Além das oficinas ministrada o dia inteiro; a população pode assistir, no final da tarde, às apreentação dos grupos de boi bumbá Corre Campo e boi bumbá Diamante Negro, e a noite;os show de bandas da capital, que animaram o público da cidade. A população compareceu em peso e lotou o espaço fechado na avenida Farquar, em frente à Praça Madeira Mamoré, onde não faltou comemoração pelo 97 anos da terra onde o por do sol é um dos maiores e mais bonitos cartões postais.
sábado, 24 de setembro de 2011

No início da década de 60, as limitações impostas à vida diária dos habitantes de Porto Velho, e de toda a região, são hoje inimagináveis. Os exemplos a seguir mostram um pouco desse cotidiano, e como era importante para nós, rondonienses, romper o isolamento no qual se vivia:
Telefonia. Não havia um serviço telefônico urbano. As ligações interurbanas usavam ondas de rádio, e a população só dispunha das instalações da Radional, cujas operações eram centralizadas em Manaus, o que tornava o sistema disponível apenas um pequeno período de tempo em Porto Velho. Para o interior do Território as condições eram ainda mais precárias. Só o governo dispunha, para suas necessidades, de um serviço de rádio que era mais inoperante que efetivo.
Transporte de cargas e passageiros:
Fluvial - o único serviço regular era fornecido pelo SNAAPP (Serviço de Navegação da Amazônia e Administração do Porto do Pará), que mantinha uma viagem por mês até Belém, passando por Manaus. Atrasos aconteciam embora os navios utilizados fossem de excelente qualidade. Além desse serviço, apenas as viagens irregulares nas embarcações de madeira típicas da região. Os chamados "motores de linha”.
Ferroviário - eram já precárias as condições de tráfego na deficitária Madeira-Mamoré. A viagem dos comboios tracionados pela velha "Maria fumaça" até Guajará Mirim, nos seus 366 km de extensão, era vencida em 2 (dois) dias com pernoite em hotel da Ferrovia na localidade de Abunã, a 220km de Porto Velho.
Aéreo - havia apenas uma viagem semanal para Belém, com parada em Manaus, nos velhos Catalina de tão grandes serviços prestados na Amazônia. Duas viagens semanais ao Rio de Janeiro, usando aviões DC-3, pela rota do Mato Grosso, com pernoite em Cuiabá. Portanto, dois dias de viagem. Adicionalmente, uma viagem do Correio Aéreo Nacional (Viva o CAN!), também na rota do Mato Grosso, indo até o Acre.
Rodoviário - era inexistente. Estradas apenas carroçáveis, fechadas pelas chuvas grandes parte do tempo, aventuravam-se por poucos quilômetros, sem grande significado.
Como uma das conseqüências dessa realidade, as distâncias entre localidades não se media em quilômetros, mas em duração de tempo: tantas horas, ou tantos dias para chegar ao destino, pelos infindáveis meandros dos rios da Amazônia. Era uma medida mais adequada às condições.
Energia elétrica. Era disponível apenas umas poucas horas durante o dia e, à noite, desligada impreterivelmente às 22h. Foi a época do reinado das geladeiras à querosene, das lamparinas e dos lampiões à gás. De voltar do cinema para casa correndo, tentando não ser apanhado pela escuridão ainda nas ruas. Mas sem medos, que a vida era tranqüila e não violenta.
Hotéis. Desprovida de rede hoteleira, os poucos viajantes hospedavam-se em casas de amigos ou em hospedarias de qualidade duvidosa. Apenas o Porto Velho Hotel, de propriedade estatal, operado por concessionários, e um dos pontos de encontros preferidos, merecia essa denominação.
Alimentação. Basicamente constituída de peixes, abundantes à época, enlatados, farinha de mandioca e frutos. As frutas locais tinham grande importância na dieta da população. Frequentemente, quando atrasavam os navios de transporte desde Belém e Manaus, desapareciam diversos produtos essenciais. A carne bovina vinha da vizinha Bolívia, mesmo quando doenças no seu rebanho fizeram o governo federal proibir importações de carne do país vizinho.
Porto Velho ainda era um pequeno patrimônio do povo amazonense, quando se juntando as famílias de ferroviários, o nordestino cheio de esperança e determinação construía um grande legado, não só para as gerações futuras desse novo Estado da União, mas para o Brasil e para o mundo. Aqui construiu a ferrovia, a cultura e as tradições da terra, o ponto mais alto dos seus sonhos.
Todos com muita firmeza, o obstáculo resistia até mesmo aos ataques de índios, que a obra não queria e que muitas das vezes, segundo relatos de época, com a corrente elétrica nos trilhos, ficou quieta e deixaram à obra prosseguir.
Uma Estrada de Ferro que veio nos trazer glória, aproximando os povos do Brasil com os lá de fora. Eram os trens correndo na linha pra lá e pra cá. Cheio de borracha, castanha e toras de madeiras, arroz, feijão, farinha, banana, todos os tipos de frutas e legumes.
Tudo que é bom dura pouco, um ditado de tradição, assim diz o brasileiro, quando perde um bom irmão. Assim, nesta caminhada da vida e da história desses povos formadores de varias gerações, só nos resta louvar e agradecer os nossos antepassados, os nossos heróis que iniciaram a construção de nossa história, fontes vivas em cada um de nós. Foram tantos, mas, aqui, momento em que o Raízes Tradições comemora dois anos de produção, vale ressaltar alguns deles: João Nicoletti, Dom João Batista Costa, Padre Chiquinho, Vitor Hugo, Alfredo Silva, Ari Pinheiro, Jorge Reski, Aluízio Ferreira, Paulo Leal, Padre Mario Castagna, Jorge Teixeira e tantos outros que enumerá-los poderei fazer injustiça. Só tenho a certeza que nos dias atuais, somos continuidade de seus sonhos, cheio de esperança, sonhos e amor a este lugar, onde nasci, cresci, vivo as minhas realidades e paixões. Sim, devemos cuidar dessa terra como se fosse um rico jardim, plantando, regando e colhendo, tendo sempre a preocupação de produzir muito mais para a sustentação de vidas, honrada a coisas de nossa gente. O Programa Raízes e Tradições (www.radioriomadeirafm.com.br), rádio ouvinte, objetiva como ênfase maior, uma reflexão quanto à formação histórica de nosso Estado e de nossa população. Caminhando junto com o progresso somos a favor da parceria: tradição e modernidade, celeiro básico do engrandecimento de uma sociedade, seja no sentido social, cultural e econômico. Neste site (www.diamantenegroaluisio.blogspot.com.br) viajaremos no tempo e na historia, no saudosismo e na paixão por esta cidade, PORTO VELHO.
Autor: Professor Aluízio Guedes
Pesquisador da Historia e da Cultura regional
terça-feira, 16 de agosto de 2011
sábado, 30 de julho de 2011

domingo, 24 de julho de 2011
BOI BUMBÁ DIAMANTE NEGRO . O ORGULHO DO FOLCLORE DE RONDÔNIA !
QUANTO MAIOR A COMPLEXIDADE DO CENÁRIO MAIOR A NECESSIDADE DO PROJETO CENOGRÁFICO. ELE SERVE COMO UM GUIA PARA AS ATIVIDADES DAS VÁRIAS PESSOAS ENVOLVIDA NAS MONTAGEM... VAI AJUDAR A OTIMIZAR O TEMPO E OS RECURSOS ENVOLVIDOS. O BOI BUMBÁ DIAMANTE NEGRO CAMPEÃO , RICO EM TUDO EM SUA APRESENTAÇÃO NOS MOSTRA NESTE CENÁRIO A RENOVAÇÃO EM EVOLUÇÃO E CRIATIVIDADE NO ANO 2011. A GRANDEZA DO TRABALHO CENOGRAFICO ENCANTOU O PUBLICO DO FESTIVAL E A SOCIEDADE RONDONIENSE. FALTOU SENSIBILIDADE POR PARTE DAQUELES QUE TINHAM A OPORTUNIDADE DO ENTENDIMENTO DESSE ENCANTO E MAGIA COMO DIZIA O TEMA ENCANTO E MAGIA DA FLORESTA AMAZONIA NO FOLCLORE POPULAR. NEM SEMPRE O VENCEDOR É QUEM CONDUZ O ESPETACULO. O DIAMANTE NEGRO PERDEU EM NUMEROS, MAS NÃO PERDEU O TITULO DE MELHOR BUMBÁ DE PORTO VELHO. O PUBLICO QUE O DIGA!
ASSOCIAÇÃO FOLCLORICA CULTURAL BOI BUMBÁ DIAMANTE NEGRO
Quinta-Feira , 15 de Outubro de 2009 -
A declaração de utilidade pública concede a entidade inúmeros benefícios sociais
Comissões técnicas da Assembléia Legislativa de Rondônia, projeto de lei de autoria do deputado Miguel Sena (PSDB), outorgando o título de utilidade pública a Associação Folclórica Cultural Boi-bumbá Diamante Negro, com atuação no município de Porto Velho. A declaração de utilidade pública concede a entidade inúmeros benefícios sociais, inclusive no tocante ao recebimento de recursos públicos.
Justifica o deputado: “Associação Folclórica Cultural Boi-bumbá Diamante Negro é uma entidade civil sem fins lucrativos, de caráter social, recreativo e cultural, e tem por objetivo prestar qualquer serviços que possam contribuir para o fomento e racionalização das atividades deste município, além de incentivar o espírito associativo e intercâmbio com entidades afins
TICUNA
- Nomes alternativos: Tikuna, Tukuna
Classificação lingüística: Tikuna
População: 35.000 (2008)
Local: Amazonas
Maior etnia da Amazônia brasileira, conta com uma população de 20.135 indivíduos, que ocupam cerca de 70 aldeias às margens do rio Solimões, no Estado do Amazonas. Outra parte do grupo vive no Peru. As meninas, quando ficam menstruadas, são submetidas a um ritual de iniciação, que sempre acontece na lua cheia, representando a bondade, a beleza e a sabedoria. Nesta festa, os índios fabricam máscaras de macacos e monstros e enfeites para as virgens. Um dos índios usa uma máscara com cara de serpente e incorpora o espírito do principal personagem do ritual, um monstro que vivia na água. Durante os festejos, o monstro faz gestos obscenos que divertem a tribo. Ele também ronda o cubículo onde fica a menina, batendo com um bastão no chão. Durante três dias e três noites, essa garota é protegida por duas tias que aproveitam o tempo dando conselhos de como ser uma boa mulher Tikuna: respeitar o marido, ser ativa e trabalhadeira.
Com uma história marcada pela entrada violenta de seringueiros, pescadores e madeireiros na região do rio Solimões, foi somente nos anos 1990 que os Ticuna lograram o reconhecimento oficial da maioria de suas terras. Hoje enfrentam o desafio de garantir sua sustentabilidade econômica e ambiental, bem como qualificar as relações com a sociedade envolvente mantendo viva sua riquíssima cultura. Não por acaso, as máscaras, desenhos e pinturas desse povo ganharam repercussão internacional.




